sexta-feira, 10 de novembro de 2006

FINALMENTE O MST PODE PASSAR


TEOR DA DECLARAÇÃO DE VOTO DOS VEREADORES DO PSD SOBRE A PROPOSTA DE
DISPONIBILIZAÇÃO DOS TERRENOS DO DOMÍNIO PÚBLICO E PRIVADO DO MUNICÍPIO NECESSÁRIOS À EXECUÇÃO DO METROPOLITANO DO SUL DO TEJO (MST)

Na sequência da discussão e aprovação, em sessão da Câmara Municipal de Almada, realizada ontem, da proposta em epígrafe vêm, os vereadores eleitos pelo PSD, declarar o seguinte, relativamente ao seu sentido de voto:

  1. Os vereadores eleitos pelo PSD votaram favoravelmente a proposta em apreço e congratulam-se pela mesma muito embora considerando, que a mesma, infelizmente peca por ser tardia.

  1. Os vereadores em nome PSD reiteram aquilo que têm vindo, em ocasiões anteriores, a dizer sobre o assunto. Isto é, que a obra deveria e poderia estar concluída nos prazos previstos (Dezembro de 2005) e que a responsabilidade pelo atraso das obras não é imputável à concessionária, já que esta cumpriu os prazos, mas à Autarquia Almadense e ao actual Governo.

  1. À Autarquia, por acção, uma vez que era a ela que lhe competia libertar e disponibilizar atempadamente os terrenos do eixo central da cidade de Almada para que a construção da infra-estrutura pudesse prosseguir e, ao actual Governo, por omissão já que é ele o concedente, isto é, o financiador e o dono da obra e nada fez para obviar à situação.

  1. Assim os prejuízos causados e que resultarão num atraso de mais de dois anos na entrada em funcionamento deste meio de transporte afectam todos em geral mas, em particular:

  1. Os utentes dos transportes colectivos e particulares que já poderiam ter aqui uma excelente alternativa de transporte rápido, regular e cómodo que pudesse retirar da estrada muitos autocarros e automóveis particulares mas que, deste modo, continuam sem poder usufruir do MST.

  1. Todos os almadenses e o ambiente já que, retirar essas viaturas motorizadas, significaria reduzir substantivamente as emissões de carbono e poluentes para a atmosfera e baixar os níveis de ruído. De facto, o atraso motiva que os transportes individuais continuem a proliferar e muitas toneladas de carbono foram e serão ainda emitidas contrariando o discurso pseudo - ambientalista da autarquia almadense.

  1. Por último, mas não por menos, perdem os cidadãos contribuintes em geral uma vez que o atraso da obra ocasionará sobrecustos na mesma que terão, necessariamente, de ser suportados pelo Estado isto é, por todos sobretudo numa altura em que o Governo opera cortes brutais nas despesas. Exige-se mais respeito pelos dinheiros públicos.

Almada, 9 de Novembro de 2006

Pedro Roque Oliveira

1.º vereador PSD na CMA

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

PSD VISITA METRO SUL DO TEJO (MST)



Um conjunto de responsáveis locais e distritais do PSD visitaram, no passado dia 6 de Outubro, segunda feira, as instalações do PMO (Parque de Materiais e Oficinas) do MST.

Da delegação fizeram parte, entre outros, o dep. Luís Rodrigues, Bruno Vitorino Presidente da Distrital do PSD), Pedro Roque (Vereador na C.M.A.), António Neves (presidente da Junta de Freguesia da Costa da Caparica) e Nuno Matias (presidente da Distrital da JSD).

A vista constou, numa primeira parte, no acompanhamento de um teste de circulação do veículo do Metropolitano Ligeiro (Combino) entre o PMO e a zona do Laranjeiro e o respectivo regresso e, após, uma reunião com elementos ligados à direcção do consórcio “MTS” dos quais se destaca o seu presidente o Eng. José Luís Brandão.

A primeira parte foi muito agradável dando para constatar os elevados níveis de conforto e rapidez de marcha do Metropolitano Ligeiro ainda que o sistema semafórico não esteja a funcionar motivando algumas pausas forçadas, uma vez que os transeuntes e os automobilistas ainda não estão habituados e não contam com à presença do Metro, tendo assim a marcha de prosseguir, nesta fase, com cuidados redobrados.

Foram efectuadas também algumas pausas em algumas das estações servidas neste breve percurso (Corroios, Casa do Povo e Santo Amaro) para se constatar a facilidade de entrada e descida deste meio de transporte que será posto à disposição dos utentes.

A definição de “Metro” aplica-se aqui já que, quer peões, quer automobilistas, não têm qualquer prioridade o que leva a que este meio de transporte tenha absoluta prioridade em todos os cruzamentos permitindo, dessa forma, manter uma velocidade elevada e, acima de tudo, uma grande regularidade de passagem de acordo com o que foi contratualizado entre o concessionário e o concedente (Estado).

Na reunião que se seguiu com a administração a questão do atraso da entrada em funcionamento do MST foi, como não poderia deixar de ser, a nota dominante. A concessionária afirma que tem cumprido todos os prazos e, o que ainda não está construído, não é da sua responsabilidade, uma vez que os terrenos onde a obra ainda não se implantou (eixo central de Almada) ainda não foram disponibilizados.

Sem embargo, será já possível uma primeira etapa de exploração entre Corroios e a Cova da Piedade a partir de Abril de 2007 e, com a construção, para breve, do chamado “triângulo da Ramalha”, a ligação à estação ferroviária do Pragal e à Universidade da Caparica será possível numa segunda etapa.

Da parte do PSD reitera-se aquilo que tem vindo, em ocasiões anteriores, a dizer sobre o assunto. Entende, esta força política, que a responsabilidade pelo atraso das obras não é imputável à concessionária já que esta tem cumprido os prazos mas à autarquia almadense e ao Governo (enquanto representante do Estado).

À autarquia, por acção, uma vez que é a ela que lhe compete libertar e disponibilizar os terrenos do eixo central da cidade de Almada para que a construção da infra-estrutura possa prosseguir e, ao Governo, por omissão já que é ele o concedente, isto é, o financiador e o dono da obra e nada faz para obviar à situação. O PSD aproveitou o ensejo para relembrar que a obra (3 linhas entre Corroios, Monte de Caparica e Cacilhas) deveria de estar terminada e em funcionamento em meados de Dezembro de 2005.

Segundo os social democratas, há prejuízos para toda a gente.

Por um lado os utentes dos transportes colectivos e particulares já que poderiam ter aqui uma excelente alternativa de transporte rápido, regular e cómodo que pudesse retirar da estrada muitos autocarros e automóveis individuais mas que, deste modo, continuam sem poder usufruir do MST.

Perdem também todos os almadenses já que, retirar essas viaturas motorizadas significaria reduzir substantivamente as emissões de carbono e poluentes para a atmosfera e baixar os níveis de ruído.

Por último, mas não por menos, perdem os cidadãos contribuintes em geral uma vez que o atraso da obra ocasiona sobrecustos na mesma que terão, necessariamente, de ser suportados pelo Estado isto é, por todos.

Nesse sentido, foi afirmado pelos responsáveis social democratas presentes, que iriam solicitar pedidos de reunião à Sra. Presidente da Câmara Municipal de Almada e à Sra. Secretária de Estado dos Transportes, no sentido de se poderem debater as questões relacionadas com o atraso da implementação do MST.