What if Bush was right after all?

What if Bush was right after all?

Esta é a questão do momento nos USA!

Uma simples busca no Google pelo título deste "post" revela-nos a interrogação pertinente no outro lado do Atlântico (basta clicar em cima do título e verificar).

Dois artigos, pelo menos, na imprensa lusitana transmitem-nos a mesma preocupação (o de João Carlos Espada, na Revista "Actual", Semanário Expresso, 07MAR05 e hoje no DN) .

Há factos incontornáveis como sejam o facto de duas das mais opressivas ditaduras do planeta caminharem, embora de forma não tranquila, no caminho da democracia (Afeganistão e Iraque).

A Síria avança no sentido da moderação, da cooperação internacional em matéria de segurança tendo posições realistas a propósito do terrorismo internacional, ou da retirada, ainda que parcial, do Líbano que de há muito a esta parte era uma espécie de protectorado seu.

Também o Egipto ou a Arábia Saudita ensaiam passos tímidos no sentido da democracia e a evolução recente, ainda que cautelosa, nas relações entre Israel e Palestina, deixam antever a luz do entendimento ao fundo do túnel.

Esperamos todos que estes sinais se consolidem.

As críticas ao presidente americano, aliás, vêm de uma tradição ancestral de sectores da esquerda ocidental que sempre diabolizaram os presidentes conservadores americanos. Basta recordar o que sucedeu e o que se disse de Ronald Reagan. Alguma rusticidade é ridicularizada ao extremo mas a História não deixa de fazer justiça e de revelar um balanço positivo da política internacional levada a cabo durante os seus mandatos.

Basicamente o interesse da pergunta é a corresponder ao inverso daquilo que se passa com um comum treinador de futebol, ou seja, o texano neste contexto passa de besta a bestial.

Por este andar o próprio Freitas do Amaral irá dar o dito por não dito a respeito de George W. Bush. Não iremos certamente esperar muito tempo por isso, caso contrário iremos a contra-ciclo com o resto do mundo.

Pedro Roque

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